Porquê entra na minha vida sem pedir licença.
Me põe em um estado de entropia que há muito tempo eu desconheço.
Faz eu acreditar que posso ser uma pessoa melhor a cada dia.
Traz o que tem de melhor a mim à tona
Não te permiti entrar na minha vida de novo.
Porquê a invade com tanta intimidade.
Fugi de ti por um bom tempo, agora quem foges és tu.
Não faz sentido...não tem o menor cabimento, esse tipo de cólera que transpira da minha pele.
Quem sabe se eu fugir novamente, minh´alma entre em seu estado dormente por um tempo
Em ruim e boa a sensação de pisar em não ter o chão por baixo.
De hesitar, mas todos os sentidos queimarem de fogo.
ai...ai, vai-te embora para Pasárgada.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Sonho

Sem choro e nem sopro de vela
Caçadora de sonhos ditos improváveis
Desvendar olhares e gestos são os meus rituais de passagem favoritos
Arranco-te a alma com os dentes
Rasgo e te amordaço dentro dos doces pensamentos
Lembranças pueris de um tempo anacrônico
A cinemática das cenas em frames desordenados
Um suspiro, um estalar de dedos
Retorno à realidade.
Caçadora de sonhos ditos improváveis
Desvendar olhares e gestos são os meus rituais de passagem favoritos
Arranco-te a alma com os dentes
Rasgo e te amordaço dentro dos doces pensamentos
Lembranças pueris de um tempo anacrônico
A cinemática das cenas em frames desordenados
Um suspiro, um estalar de dedos
Retorno à realidade.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
De volta a mim.
Sabe quando parece que as coisas saem do controle?
Você não vê a solução que está a um palmo do nariz.
A vida parece ser um peso.
Tempo, senhor sábio de barbas generosa mostra a você o caminho.
Claro, não é coisa que acontece em segundos.
Você sofre, implora, rejeita, xinga e no fim das contas a ferida fecha.
E tudo ameniza como a calmaria de um dia de verão.
A vida não é inusitada?!
Você não vê a solução que está a um palmo do nariz.
A vida parece ser um peso.
Tempo, senhor sábio de barbas generosa mostra a você o caminho.
Claro, não é coisa que acontece em segundos.
Você sofre, implora, rejeita, xinga e no fim das contas a ferida fecha.
E tudo ameniza como a calmaria de um dia de verão.
A vida não é inusitada?!
terça-feira, 6 de abril de 2010
DeSabafo.
Desisti de seguir contra a corrente do destino....
O que espero é achar um daqueles amores avassaladores.
Que são visto da ponta dos cabelos aos dedões do pé.
Tão desesperado quanto um grito de pavor.
Único e fulgaz como um encontro furtivo.
Ah, o amor, quero sentí-lo leve como uma pluma ou uma brisa da primavera.
Há de vir a mim, eu sei.
O que espero é achar um daqueles amores avassaladores.
Que são visto da ponta dos cabelos aos dedões do pé.
Tão desesperado quanto um grito de pavor.
Único e fulgaz como um encontro furtivo.
Ah, o amor, quero sentí-lo leve como uma pluma ou uma brisa da primavera.
Há de vir a mim, eu sei.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
(sem título)
Fico no mundo da lua
Esperando o chão me dar sustento
Os dias estão escuros
Já não tenho mais alegria ou contento
Cai a máscara, sobe o pano
O que me resta do passado?
A pura memória rasgada
de acontecimentos em preto e branco
com gosto de nostalgia recatada
Estou despedaçada, perdida em cacos
Espero a luz acender
Alguém vai me resgatar?
Que será de mim?
Esperando o chão me dar sustento
Os dias estão escuros
Já não tenho mais alegria ou contento
Cai a máscara, sobe o pano
O que me resta do passado?
A pura memória rasgada
de acontecimentos em preto e branco
com gosto de nostalgia recatada
Estou despedaçada, perdida em cacos
Espero a luz acender
Alguém vai me resgatar?
Que será de mim?
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