sexta-feira, 1 de outubro de 2010

sem título ainda

Não tente domar o meu coração
Não desafie a minha capacidade de ter sentimentos
Me deixe solta, para que eu possa sentir-me ligada a você
Mas não me deixe tão solta, senão eu esqueço os laços.
Preocupe-se com o que você faz ao outro, não com o que os outros falam de você
Tenha seu momento de divagações solitárias
Não pense que a minha desordem, signifique desequilíbrio.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

...espasmo

Porquê entra na minha vida sem pedir licença.
Me põe em um estado de entropia que há muito tempo eu desconheço.
Faz eu acreditar que posso ser uma pessoa melhor a cada dia.
Traz o que tem de melhor a mim à tona

Não te permiti entrar na minha vida de novo.
Porquê a invade com tanta intimidade.
Fugi de ti por um bom tempo, agora quem foges és tu.
Não faz sentido...não tem o menor cabimento, esse tipo de cólera que transpira da minha pele.

Quem sabe se eu fugir novamente, minh´alma entre em seu estado dormente por um tempo
Em ruim e boa a sensação de pisar em não ter o chão por baixo.
De hesitar, mas todos os sentidos queimarem de fogo.
ai...ai, vai-te embora para Pasárgada.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Sonho


Sem choro e nem sopro de vela
Caçadora de sonhos ditos improváveis
Desvendar olhares e gestos são os meus rituais de passagem favoritos
Arranco-te a alma com os dentes
Rasgo e te amordaço dentro dos doces pensamentos
Lembranças pueris de um tempo anacrônico
A cinemática das cenas em frames desordenados
Um suspiro, um estalar de dedos
Retorno à realidade.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

De volta a mim.

Sabe quando parece que as coisas saem do controle?
Você não vê a solução que está a um palmo do nariz.
A vida parece ser um peso.
Tempo, senhor sábio de barbas generosa mostra a você o caminho.
Claro, não é coisa que acontece em segundos.
Você sofre, implora, rejeita, xinga e no fim das contas a ferida fecha.
E tudo ameniza como a calmaria de um dia de verão.
A vida não é inusitada?!

terça-feira, 6 de abril de 2010

DeSabafo.

Desisti de seguir contra a corrente do destino....
O que espero é achar um daqueles amores avassaladores.
Que são visto da ponta dos cabelos aos dedões do pé.
Tão desesperado quanto um grito de pavor.
Único e fulgaz como um encontro furtivo.
Ah, o amor, quero sentí-lo leve como uma pluma ou uma brisa da primavera.
Há de vir a mim, eu sei.